No ilógico
Ele navega e não encalha
Assiste ao desfile disposto
Em seus olhos esta o brasão
Também mente e não cura
A semente da loucura
E tudo que a mesma detonou
Renovando o que outrora lhe disse
Leve e cabisbaixo
A alegria que fazia, todavia
O leão enfurecer
Com o toque distante
Onde o limite havia de estar então
No escuro, no absurdo
Ele desejava suas pernas e braços
Mal sabe da violência em teu corpo
Ele te espera a milhas daqui
No ilógico ele se vai
Poema do livro O Palhaço de ferro de Guga Borba
(mas ainda não está nas bancas)
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